>FEIJÃO WEEK 2011 A TODO VAPOR!!!

>A versátil cantora e atriz Leilah Moreno desembarca em Cuiabá, em junho, para a festa Sun Set de Inverno, parte integrante do projeto Feijão Week, que ocorre no complexo Terra Selvagem Golf Club, nos dias 22, 23, 25 e 26. Ela é um dos nomes mais conhecidos da cena da black music e POP do Brasil.  Informações: (65) 3626-1640 / www.fernandobaracat.com.br

 Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

>FIQUE DE OLHO: A GAROTA DA CAPA VERMELHA !!

>Depois de Alice no País das Maravilhas, mais um conto infantil vai ganhar uma versão cinematográfica. A Garota da Capa Vermelha, adaptação de Chapeuzinho Vermelho, ganha nas telas ares sombrios. Na história, a “chapeuzinho” é interpretada por Amanda Seyfried, dos filmes Garota Infernal, Mamma Mia e Cartas para Julieta. Ela é Valerie e vive em um vilarejo medieval e, assim como o resto da população local, é amedrontada pelos ataques de um lobisomem que se esconde na floresta.

a garota da capa vermelha amanda seyfried Para ficar de olho: A Garota da Capa Vermelha
Amanda Seyfried na pele da jovem amedrontada pelo lobisomem. (Imagens: Reprodução)

Mas a trama pode ficar ainda mais tensa, já que o padre da região contrata um caçador para exterminar a fera. O caçador, porém, levanta dúvidas sobre a identidade da criatura, que pode ser qualquer um do vilarejo, que se transforma em noites de lua cheia. Além de envolvente, o longa tem tudo para inspirar o mundo da moda, que já elegeu o vermelho como umas das principais cores da temporada feminina. Estreiou dia 22 de abril nos cinemas.

a garota da capa vermelha poster Para ficar de olho: A Garota da Capa Vermelha

Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

>NEM EU ENTENDO CERTAS MULHERES…by Maysa Leão

>Tenho uma querida amiga que escreveu um texto, que eu particularmente achei muito bacana. Que sirva para mulheres, como nós, ou outras pessoas que o compreende em sua essência e conceito. Do Blog MALA COM RODINHA BY MAYSA LEÃO:

Eu não entendo mulheres que boicotam mulheres, simplesmente não entendo! Meu marido diz que sou feminista, mas não é verdade, pois nunca desejei direitos iguais, na verdade desejo DIREITOS ESPECIAIS!

Ser mulher é um ofício complexo, por isso acredito que deveríamos ser solidárias umas as outras. Se não por um motivo especial, que seja pelo entendimento da complexidade de sê-lo.

Ouço mulheres dizendo que preferem amigos homens porque eles são mais verdadeiros, não sentem inveja, ciúme ou fazem fofoquinhas estúpidas. Será? Eu já ouvi muitos homens dizendo que não existe amizade pura e simplesmente entre homens e mulheres, porque sempre há uma vibração “sexual” do homem para com a mulher… (falando em heterossexuais, claro!)

Se tantas mulheres repudiam a inveja e a fofoca, como é que estes sentimentos imperam nas rodinhas da vida? Quem são estas mulheres infiltradas em nossas vidas, escondendo sentimentos desprezíveis? O que as torna desprovidas de verdade e compaixão pela “próxima”?

Seriam elas casadas, entediadas por seus deveres domésticos e pela luta em manter um relacionamento de novela? Ou este sentimento impera nas solteiras que sonham com o grande dia e com uma vida digna de capa de revista?

Gordinhas, magrelas, baixinhas, “girafas”, siliconadas, “bombadas”, loiras, morenas ou ruivas? Teriam as invejosas alguma característica em comum? Algum traço que as demarcasse para que pudéssemos identificá-las?

Sinceramente eu não entendo! Porque no mínimo, sinto compaixão por minhas iguais! Só nós sabemos o turbilhão de emoções que a montanha russa de nossos hormônios é capaz de provocar.

Temos que exercer uma dezena de papeis ao mesmo tempo, burlar a TPM, trabalhar, consolidar a carreira, de preferência antes que a maternidade nos encontre. Temos que ser mães nas horas que nos restam do dia e cuidar para que a culpa do pouco tempo compartilhado com nossos filhos não nos sufoque. Temos que seduzir, ser meiga e forte, dirigir bem e ainda assim encontrar um louco que nos fecha na rua gritando “TINHA QUE SER MULHER”!

Mal sabem os loucos que para ser mulher, tem que ser um pouco louca, um pouco santa, um pouco devassa, um pouco fina, um pouco rude, UM POUCO DE TUDO, com cara de que o trabalho para sê-lo é de nada! Assim é ser mulher, MULHER COM “M” MAIUSCULO… Porque ser mulherzinha é fácil, basta malhar bastante, entrar numa dieta brava, colocar uma sainha curta e sair por aí fazendo caras e bocas… Essas, eu não admiro!

A você MULHER DE VERDADE, meu carinho, minha admiração… Sejamos FEMINISTAS se isto significa nos respeitarmos simplesmente por SERMOS MULHERES!

Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

>FAMA: BRUNA SURFISTINHA EM CARTAZ!!!

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Adaptação ao cinema da história de Raquel Pacheco, adolescente de classe média paulistana que foge de casa e vira garota de programa, sob o pseudônimo que a tornou famosa, Bruna Surfistinha.
Brasil, Drama, 2011. Direção: Marcus Baldini. Elenco: Deborah Secco, Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes, Guta Ruiz, Fabiula Nascimento, Cristina Lago. Duração: 109 min. Classificação: 16 anos.

Crítica:


Deborah Secco não é Natalie Portman, mas a performance da protagonista de Bruna Surfistinha parte do mesmo princípio expressionista da interpretação da atriz em Cisne Negro. Ambas atuam no limite da caricatura para demarcar, sem deixar dúvidas, a transformação física das suas personagens – mutações que têm o sexo como catalisador.
No longa que adapta livremente o best-seller O Doce Veneno do Escorpião – a história da prostituta que, assim como a britânica Belle de Jour um ano antes, decidiu usar a partir de 2004 um blog para narrar o seu dia a dia de trabalho – Raquel Pacheco se transforma rapidamente em Bruna Surfistinha. No livro, o passado de adolescente e o presente de prostituta se intercalam; já no filme, os dias de Raquel que antecedem a decisão de fugir da casa dos pais são postos em segundo plano.
Deborah surge primeiro como Raquel, a adolescente tímida, desajeitada, de moletons folgados, com o cabelo cobrindo o rosto, quase uma ogra. Meses depois, já sob o nome de guerra, quando começa a ganhar fama entre os clientes do privê onde ela trabalha, a câmera do diretor Marcus Baldini trabalha com um contraluz leitoso para banhar o desabrochar da mulher. Deborah corrige a postura, sorri, usa os últimos traços de timidez de Raquel para compor a persona lolita, mas de criança já não tem mais nada.
Outras transformações virão, e acompanhar como Deborah reage a elas é o foco da atenção do diretor. Muita gente já diz que é um filme que não tem medo de nudez, do impacto etc. Estranho seria se fosse recatado. Se o interesse maior de Baldini é pelos corpos, então desnudá-los é a única opção. E Bruna Surfistinha tem um desfile deles: baixos, altos, gordos, magros, de frente, de costas, de perfil – todos sempre colocados à comparação com o corpo de Deborah Secco.
Mulher-objeto
Inicialmente, a exposição do corpo da atriz é uma provocação ao espectador, o “voyeur” que ela encara nos olhos durante um close-up, na cena do primeiro programa de Bruna. Aos poucos, porém, essa opção por ficar na superfície do problema, de se concentrar no arco da mulher-objeto (cujo clímax não seria outro senão o esgotamento do corpo), vai minando o potencial do filme, especialmente se comparado com o livro.
Em nome de uma simplificação, os roteiristas José de Carvalho, Homero Olivetto e Antônia PellegrinoO Doce Veneno do Escorpião conhecemos uma adolescente bem nascida e cleptomaníaca, que usa roupas da moda e parece tratar o sexo como rebeldia, masturbando garotos na balada. No filme, nas poucas cenas do “passado”, Raquel tem dinheiro negado pelo pai, não sai à noite e, quando rouba, o roteiro a perdoa: é por questão de vingança e não compulsão. criam uma Raquel menos complexa que aquela do diário. Em
A vitimização da personagem se estende às cenas no presente. No livro, Raquel rouba um colar da mãe e vende para “comprar coisas”. No filme, embora Bruna tenha tirado o colar da mãe, quem revende é outra prostituta. Outro exemplo: no livro, Bruna dá a entender que deixou o privê onde convivia com outras garotas de programa porque quis; no filme, ela sai martirizada, expulsa por assumir uma culpa que não teve.
Ao retratar Raquel Pacheco como a garota oprimida que venceu na vida com um golpe de marketing, o blog (que no livro ela diz ter criado para desabafar em um momento de solidão), o filme acredita valorizar a independência dela como mulher e como profissional. Na verdade, acaba reforçando uma imagem de fragilidade e frivolidade que tem, ironicamente, muito de machista.

Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

>A COLUNA SOCIAL DO JORNAL CIRCUITO MT, QUE EU ESCREVO, VOLTOU EM 2011 A TODO VAPOR!!

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Cliquem no link e leiam a Coluna e que por lá é notícia: COLUNA SOCIAL DA KHARINA NOGUEIRA JORNAL CIRCUITO MT

Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

>Programação da semana Canela Fina‏!!!

>Olá amigos?! Desejo à todos uma ótima semana, primeiramente. Deixo a dica da programação semanal do Canela Fina e o e-mail para listas- limitado, exceto sábado- onde Mulheres pagam 10,00 e homens pagam 15,00, até as 00hs. Em parceria com este estabelecimento de primeira, recomendo! Ah, não poderia deixar de mencionar, na sexta a super DJ cuiabana, mas que arraza mundo afora, comanda as pick-ups: Marie Bouret!!! E-mail: kharinanogueira@hotmail.com

 Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira